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CEO da Larian Studios, Swen Vincke admitiu que ferramentas de inteligência artificial generativa estão sendo utilizadas no desenvolvimento do novo jogo da franquia Divinity.

No entanto, em entrevista ao site da Bloomberg, esclareceu que nenhum conteúdo final do jogo será criado com esse tipo de tecnologia.

O executivo apontou que a IA está sendo empregada como apoio em estágios iniciais do processo criativo, ajudando a “explorar ideias, desenvolver apresentações em PowerPoint, criar artes conceituais e escrever textos provisórios”.

Apesar disso, reforçou que o produto final continuará sendo totalmente feito por pessoas.

Nada no jogo será feito com inteligência artificial generativa — tudo é trabalho de atores humanos; nós mesmos estamos escrevendo tudo”, afirmou.

Trata-se de um RPG por turnos, mantendo uma das marcas registradas do estúdio. E existem planos para lançá-lo em acesso antecipado.

No entanto, não deve acontecer em 2026, algo considerado “improvável”.

Leia mais sobre Divinity:

Os deuses estão em silêncio. Rivellon sangra. Novos poderes despertam. Criado pela equipe responsável por Baldur’s Gate III, a Larian Studios liberta toda a sua ambição para entregar um RPG com uma amplitude e profundidade maiores do que nunca,” diz a descrição.

O estúdio destacou que se trata de uma experiência totalmente nova e não exige experiência prévia com outros títulos. Mas, quem jogou Divinity: Original Sin e Divinity: Original Sin II terá uma compreensão mais rica do universo e maior sensação de continuidade.

Fonte: Bloomberg

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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